O poder das ferramentas autônomas para a evolução do aluno e para a gestão da sua escola

Atualizado: 6 de jan.




O processo de ensino-aprendizagem dos alunos da educação infantil leva em conta diversos aspectos essenciais para o desenvolvimento das crianças ao decorrer de suas vidas.


Assim, as características trabalhadas em sala de aula através de atividades lúdicas fazem com que a escola tenha um grande peso na construção de adultos responsáveis.


A autonomia é um ponto muito importante quando pensamos em exemplos de como a instituição pode contribuir no desenvolvimento cognitivo do aluno, quando oferece ferramentas que auxiliam nesse caminho.


É interessante lembrar que o objetivo dos pais é preparar seus filhos para serem seres independentes, que fazem escolhas responsáveis, e essas são características que devem ser trabalhadas com constância desde a infância.


E não é segredo que estamos vivenciando uma época em que as estratégias antigas de ensino já não são eficientes e as inovações estão tomando conta do cenário educacional.


Por isso, existem métodos que auxiliam a instituição a oferecer autonomia para que o estudante se torne um sujeito ativo, capaz de realizar seu próprio aprendizado, através de ferramentas tecnológicas de gamificação e da metodologia da sala de aula invertida.


Dessa forma, o professor age atuando como mediador dos estudos, encaixando o conteúdo em seu planejamento de aulas e efetivando ainda mais o processo de ensino-aprendizagem.


Além de tirar um grande peso das costas do educador, esse é um diferencial que uma escola possui na época de captação e fidelização de matrículas.


As novas tecnologias englobam todos os aspectos desejados por uma instituição: ensino competente, pais satisfeitos, novas matrículas e professores menos sobrecarregados.


Se você é um gestor que ainda não pensou em aderir essa função, tome cuidado, pois você está perdendo clientes!



Por que é tão importante que a escola ofereça autonomia para os alunos?


Tão importante quanto fornecer todos os conteúdos teóricos responsáveis pelo desenvolvimento intelectual da criança, estimular a capacidade das suas tomadas de decisões baseadas em informações disponíveis também é um item indispensável nesse ciclo.


As crianças, enquanto seres curiosos que estão sempre em busca de respostas para inúmeras perguntas, buscam construir significados e aprendizados através de questionamentos em situações básicas do dia a dia, e isso não é diferente no ambiente escolar.


Essa curiosidade pode ser um agregador de valor no momento do planejamento de aulas, pois mostra os pontos interessantes que os professores devem trabalhar com o intuito de que os estudantes se engajem com as atividades propostas.


Pensando dessa forma, podemos entender que a aprendizagem só é de fato concretizada quando se oferece autonomia, pois vivenciando determinadas situações é que as crianças são submetidas a decisões próprias de seu subconsciente.


A partir disso, elas também manifestam ações de independência, liberdade e estabelecem uma relação autossuficiente consigo mesma.


Os colégios precisam trabalhar situações diárias de diálogos, debates e brincadeiras que possam integrar a autonomia de forma elementar, porém repetitiva, para que o aprendizado seja visto como um desafio para as capacidades intelectuais e individuais de cada estudante.


Esse método ainda consiste em permitir a atuação do aluno na construção de seus próprios conhecimentos, valorizando suas experiências prévias e as interações no ambiente escolar, tanto com os colegas quanto com os professores, os permitindo agir sobre as situações dirigidas por si mesmos.


Dessa forma, um aluno autônomo é capaz de:

  • Melhorar sua comunicação social;

  • Agir sobre o incentivo de poder tomar suas próprias decisões;

  • Aprender a lidar com frustrações;

  • Melhorar sua autoestima e autoconfiança.



Auxílio para sua gestão: preferência dos pais e fidelização de matrículas


As características citadas anteriormente fazem parte de um conjunto de fatores que os pais esperam que os filhos desenvolvam no decorrer de suas vidas.


Sabemos que da mesma forma que o ambiente familiar é importante para a evolução intelectual e cognitiva de um indivíduo, a instituição também é parte essencial nesse processo, através dos valores que são transmitidos pela escola.



Essa perspectiva é muito valorizada pelos pais no momento de escolher um colégio para realizar a matrícula. Eles buscam um apoio efetivo para educar as crianças e, dessa forma, depositam muita confiança na instituição.


Caso não haja valores condizentes com o que se espera por eles, é provável que eles não sigam com o contrato ou não fidelizem a matrícula do próximo ano.


Sabemos que para você, gestor de escola particular, as matrículas são o essencial para o funcionamento da escola pela qual você é responsável, e as perdas podem acarretar em prejuízos financeiros que desestabilizam a reputação e o seu trabalho.


Por isso, tenha em mente que esse aspecto é de extrema relevância para você que deseja fazer uma gestão referente no mercado e que possui grandes chances de atrair os clientes dos seus concorrentes.



A gamificação e autonomia: como um pode influenciar o outro?


Nos últimos anos, a tecnologia ganhou proporções gigantescas no âmbito educacional, e quem não a utiliza está perdendo grandes chances de se sobressair no mercado.


Contudo, é difícil pensar que esses dispositivos móveis que tanto dispersam os estudantes durante as aulas podem ser, de fato, agregadores de autonomia e aprendizado.


Mas é aí que você se engana: os jogos educacionais se tornaram grandes aliados nas técnicas de ensino-aprendizagem dos alunos, sendo responsável, ainda, por promover autonomia e desafiar as capacidades individuais das crianças.


Existem jogos personalizados e baseados em novas abordagens da BNCC que possuem todos os conteúdos necessários para o aprendizado bem-sucedido das crianças.


Por intermédio dele, os estudantes escolhem o que querem estudar e se divertem enquanto praticam atividades interativas. Assim, eles se mantêm engajados em situações que exercitam seu desenvolvimento intelectual a partir de sua própria iniciativa.


Resolver questões de forma independente e divertida pode ser um diferencial no processo de aprendizagem, afinal, todo ensino se torna mais eficaz quando realizado com leveza e atenção.


E o melhor de tudo é que a instituição e os pais permanecem tendo total domínio sobre os conteúdos propostos, além da função de controle de tempo que a criança passa sobre a tela. Ou seja, o jogo é utilizado de forma responsável e adequada, fornecendo autonomia e gerando valor à escola.



Plataformas educacionais como metodologias ativas


Um exemplo disso é a plataforma educacional Kiduca, que através de um mundo digital divertido e intrigante, disponibiliza milhares de atividades específicas para alunos do ensino infantil e . Nele, o protagonista da história é o próprio aluno!


O professor não precisa ser expert em tecnologias ou se dedicar a essa ferramenta, pois ela possui todos os aspectos necessários para tirar a sobrecarga do educador vinculado em seu sistema, ao mesmo tempo que é extremamente capacitada para auxiliar a proposta pedagógica.


Através de um método específico para a idade e estágio de aprendizado, a criança escolhe o que deseja estudar e desfruta desse momento com muita diversão e liberdade. Essa é uma experiência educacional única e que promete render ótimos frutos dentro da instituição.



A estratégia da sala de aula invertida


Outro assunto relevante quando pensamos na oferta de autonomia aos estudantes é a ideia da sala de aula invertida, que ao contrário do modelo tradicional de ensino, em que o professor oferece uma explicação expositiva para que depois os alunos produzam as lições de casa, a lógica é invertida e possibilita que eles levem o conteúdo até a sala de aula.


Após internalizar os conceitos, eles levam o assunto até o professor, que discute com a turma sobre os temas e esclarece possíveis dúvidas que surgiram através dessa pesquisa prévia.


Essa é uma prática extraclasse que auxilia na reprodução de um aprendizado significativo através da autonomia no momento em que há uma busca por assuntos que os interessam, a fim de que as atividades se tornem mais engajadas e os estudantes mais ativos nesse processo.


A sala de aula invertida oferece a capacidade de resolução de problemas, senso crítico, colaboração, criatividade, entre outros aspectos no qual o foco principal é a criança.


É interessante lembrar que essa metodologia pode ser relacionada à gamificação, no momento em que o aluno interage com o conteúdo da plataforma e deseja aprofundar o conhecimento adquirido com os colegas em sala.


Além disso, o tempo de aula também é otimizado, pois é provável que menos dúvidas surjam no decorrer da explicação, visto que os estudantes já possuem uma bagagem prévia sobre o tema.


Estamos vivenciando uma nova forma de aprendizagem que requer a adaptação dos modelos de ensino. Então, se você deseja inovar na sua gestão escolar, deve refletir sobre a gamificação e sua oferta de autonomia ao aluno.



Se quer saber mais sobre como fazer uma gestão inovadora e destaque no mercado, leia outros artigos em nosso site e saiba o que falta para gerir uma escola de sucesso!




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